A rosácea ocular é considerada o grau V da rosácea clássica, atingindo em cerca de metade dos portadores da doença, causando problemas na região dos olhos, semelhante a uma conjuntivite quem se não tratada, pode resultar em sérias complicações oculares.
20% dos casos de rosácea são identificados em consultas oftalmológicas. O que indica a doença é a inflamação blefarite com o avermelhamento e a descamação na área dos cílios. Este tipo é o tipo mais grave, podendo evoluir para a perda da visão.
Os sintomas variam de acordo com o estágio em que a doença está, classificados como leves e severos, atingindo, sobretudo, a pálpebra, conjuntiva e córnea.
Os sintomas mais comuns são: vermelhidão, lacrimejamento, sensação de queimação e ardência, coceira, sensação de corpo estranho nos olhos, visão embaçada, inflamação das pálpebras e córneas, cisto recorrente nas pálpebras e olhos secos.
O tratamento para a rosácea ocular pode ser realizado com remédios. A doença pode ser tratada e controlada se a pessoa procurar o cuidado médico nos estágios iniciais, para que o diagnóstico seja feito previamente.

